Nunca sei como começar, prezo pelo fim. Tenho o poder de visualizar o quão podre será a história toda. E se já tenho essa convicção não vejo necessidade em preparar um início. Essa ideologia persiste e insiste em todos os âmbitos e tempos da minha vida. Prefiro o subjetivo. Mas não o preferir como uma escolha, prefiro por ser mais fácil, por não ter esse dom de expor e criar um objetivo.
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